Não posso dizer;
Ao menos posso lhe escrever;
Um aeroporto posso esperar;
Nos dias mais normais, já vejo que um dia com você, é uma noite curta, mas de boas intenções;
Nosso amor pode ser distante, mas nosso dia, é um comum dia de nós dois;
Você vive calada, mas busca o paraíso;
Não me importa se é luz ou dia na noite, me importa é se você, possa ser você;
Calada, mais ao mesmo, tempo demais;
Você parece à lua, brilha tanto que ao olhar para ti às vezes vicia;
Não que sejas o alvo de me abater como um simples normal;
Mas aparece cada vez mais linda em meus pensamentos;
Já que o nosso amor agente inventa, como dizia Cazuza;
Podemos ser amor comum;
Já que o comum não pode ser um sincero amor, podemos ser um do outro;
Minha companheira, incomum, inseparável;
Você é nada mais, nada menos que meu sonho possível;
Já que cada ponto que espero, que adivinha que meu novo nome é: Um estranho que de mim se quer.
Seja por mar por terra;
Ou seja, um satélite lunar;
Viver é bom seja tudo, ou seja, nada;
Somos um em nossas vidas, em nossas partidas, e nossas chegadas somo um só;
Espero eu estar certo, pois você é tudo que quero;
Pois alguém me espera e diz:
Um estranho que me quer.
Luiz Sergio de Castro Lopes:.
Goiânia 20 de outubro de 2008
sábado, 19 de abril de 2008
Ao que eu queria dizer
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