Engraçado quanto o sono me faz bem, me faz sonhar;
Justamente, aquele sentimento que sinto antes de dormir;
A vida é um sonho. Não!
Mas sonhar com dia em que espero, esse apenas me posso falar com o coração, mas me deixa falar...;
O óbvio está em meu rosto, um pouco tristonho, mas meus olhos entregam o que sinto;
Na estranheza de tudo isto, mesmo com o peito apertado, sabe... Sei que é bom, porque já senti estas sensações antes: frio no estômago, mãos geladas, mas os olhares junto com meus pensamentos distantes me censuram;
Livre e a alegria da tristeza de amar, pois penso na certeza do instante que dessa vez vai se confessar;
Mas o meu medo é de não durar, pois nem começou. Mas sei que quero lutar!
Amar é como o tempo! Tem que aprender a apreciar, a conviver com ele, já que ele mesmo: “O Tempo” vai curar...
...não que sejam feridas estas a serem julgadas;
Mas o que segue a sensatez? O problema das fotografias temporais às vezes em que lhe vi, e logo me fez passar, por uma estrela a ponto de arrebentar;
Será felicidade? Não, é amar de amor;
Amar no cujo do óbvio mais perigoso: aquele de não se prosperar, mas basta deixar o tempo ajudar;
Mas ela! Essa eu quero amar e não quero o tempo para me auxiliar;
Quero Amar de Amor: amor que é sentimento puro como o mar, quem nunca se cansa de olhar;
Que nunca precisa ser tocado;
Mas que em um instante, quero desejar receber o abraço das águas deste mar;
Amar pode ser que nem o mar...
...que nem seja apenas uma vez, mas tenho a absoluta certeza de que lá quero estar...
...nos braços das águas do mar!
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