quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Fez se Mar


Engraçado quanto o sono me faz bem, me faz sonhar;

Justamente, aquele sentimento que sinto antes de dormir;

A vida é um sonho. Não!

Mas sonhar com dia em que espero, esse apenas me posso falar com o coração, mas me deixa falar...;

O óbvio está em meu rosto, um pouco tristonho, mas meus olhos entregam o que sinto;

Na estranheza de tudo isto, mesmo com o peito apertado, sabe... Sei que é bom, porque já senti estas sensações antes: frio no estômago, mãos geladas, mas os olhares junto com meus pensamentos distantes me censuram;

Livre e a alegria da tristeza de amar, pois penso na certeza do instante que dessa vez vai se confessar;

Mas o meu medo é de não durar, pois nem começou. Mas sei que quero lutar!

Amar é como o tempo! Tem que aprender a apreciar, a conviver com ele, já que ele mesmo: “O Tempo” vai curar...

...não que sejam feridas estas a serem julgadas;

Mas o que segue a sensatez? O problema das fotografias temporais às vezes em que lhe vi, e logo me fez passar, por uma estrela a ponto de arrebentar;

Será felicidade? Não, é amar de amor;

Amar no cujo do óbvio mais perigoso: aquele de não se prosperar, mas basta deixar o tempo ajudar;

Mas ela! Essa eu quero amar e não quero o tempo para me auxiliar;

Quero Amar de Amor: amor que é sentimento puro como o mar, quem nunca se cansa de olhar;

Que nunca precisa ser tocado;

Mas que em um instante, quero desejar receber o abraço das águas deste mar;

Amar pode ser que nem o mar...

...que nem seja apenas uma vez, mas tenho a absoluta certeza de que lá quero estar...

...nos braços das águas do mar!

Luiz Sergio de Castro Lopes, Goiânia 27 de dezembro de 2007

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