quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Querida


Os dias podemos ver, já não são os mesmos;

Você pode olhar a cada manhã;

Antes do sol nascer;

Serias mais puro no acordar, do que ao fina,l no entardecer ;

Sempre verás o romper entre o cinza, que vai ficando rosa, a até virar dia;

O engraçado que me entorpece esta visão, ao horizonte distante e logo penso em qual filme de tranqüilidade seria;

Mas, bem perto, escuto pássaros cantar;

Será que eles cantam querendo nos avisar?

Ó mãe natureza, quanto filhos teus infelizmente aprenderam a ganância do mundo para lhe arruinar;

Podemos olhar o quão majestosa e bondosas é;

Simples momento, momento único, que vós construís diariamente para nós!

É certo que nunca saberemos lhe agradecer: pelo ar, pelas plantas, pelos animais, pelo sol e pela lua de cada dia;

Busquemos, ó rainha de nossas vidas, em tu, a perfeição do criador, do cosmos, do Uno;

Espero que não mais se enfureça com seus filhos, com seus braços que são ondas gigantes, seus dedos indicadores que são furacões, a sua fúria que és o terremoto e muito menos suas lágrimas que inundam países;

A querida mãe, não chore por seus filhos ingratos,

Um dia eles amadurecerão;

Mas vos ó mãe, infelizmente já terás, não em vão...

...mudado a sua forma de viver!

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