
Penso logo no dia em que poderei passar diante aos olhos teus e ser reparado com imenso amor;
Ao parecer até com os navegadores portugueses que deixaram para traz, mães e esposas chorando, para que pudessem desbravar os mares da solidão por qual passariam;
Quem sabe não me volto a Portugal ou aufiro por tradição destes navegadores, os sentimentos a vontade de teu olhar;
Seríamos poucos, ó navegadores, a acreditar no amor que mais se parece com o que sentiram ao deixais a sua pátria materna;
Ao calibrar dos sonhos da evasiva ilusão, da emoção, dos pensamentos em vontade de estar perto de algo;
Uma descoberta, um passo, um sol, uma vida, um mar;
Seria tu, amigo da solidão?
Ao passar, descobririas tão quanto à imensidão da solidão, se parece com os olhos da mulher que esperamos para amar;
Vamos em frente marinheiros;
O amor é como ondas que variam em suas intensidades em colisão da indelicadeza do sentimento separado;
Levantemos as velas do amor para que o vento sopre, fazendo-nos seguir adiante, para o futuro amado para amar;
E que seja assim, vivendo minutos de cada vez, observando o caminho que percorreremos, até onde queremos chegar;
Livre, é a vontade de seguir forte, pensado no futuro que se aproxima;
Podemos então esperar, que a nossa embarcação, a caravela batizada de amor, possa em breve, chegar à terra firme;
Assim, poderemos marujos, soldados desejados de amor, chegar ao longínquo continente dos braços de nossos amores, e lá daremos sim, nomes de batismos aos nossos sentimentos;
Sopre vento! Porque lá, logo queremos estar...
...no continente dos braços da quela que amamos tanto, para a loucura de nos entregarmos a jornada de cruzar este oceano...
...aquele mar!
Luiz Sergio de Castro Lopes:. Goiânia 02 de janeiro de 2008
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