quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Marinheiros


Penso logo no dia em que poderei passar diante aos olhos teus e ser reparado com imenso amor;

Ao parecer até com os navegadores portugueses que deixaram para traz, mães e esposas chorando, para que pudessem desbravar os mares da solidão por qual passariam;

Quem sabe não me volto a Portugal ou aufiro por tradição destes navegadores, os sentimentos a vontade de teu olhar;

Seríamos poucos, ó navegadores, a acreditar no amor que mais se parece com o que sentiram ao deixais a sua pátria materna;

Ao calibrar dos sonhos da evasiva ilusão, da emoção, dos pensamentos em vontade de estar perto de algo;

Uma descoberta, um passo, um sol, uma vida, um mar;

Seria tu, amigo da solidão?

Ao passar, descobririas tão quanto à imensidão da solidão, se parece com os olhos da mulher que esperamos para amar;

Vamos em frente marinheiros;

O amor é como ondas que variam em suas intensidades em colisão da indelicadeza do sentimento separado;

Levantemos as velas do amor para que o vento sopre, fazendo-nos seguir adiante, para o futuro amado para amar;

E que seja assim, vivendo minutos de cada vez, observando o caminho que percorreremos, até onde queremos chegar;

Livre, é a vontade de seguir forte, pensado no futuro que se aproxima;

Podemos então esperar, que a nossa embarcação, a caravela batizada de amor, possa em breve, chegar à terra firme;

Assim, poderemos marujos, soldados desejados de amor, chegar ao longínquo continente dos braços de nossos amores, e lá daremos sim, nomes de batismos aos nossos sentimentos;

Sopre vento! Porque lá, logo queremos estar...

...no continente dos braços da quela que amamos tanto, para a loucura de nos entregarmos a jornada de cruzar este oceano...

...aquele mar!

Luiz Sergio de Castro Lopes:. Goiânia 02 de janeiro de 2008

Nenhum comentário: